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Cinema:: Deadpool

 

E então eu fui, finalmente, depois de anos de espera, assistir Deadpool. E posso dizer com muita alegria: É FODAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!

E a review poderia parar por aqui. É sério. Não tem mais nada a dizer. É um filme do cara***! Você precisa ver. Vai. Tá esperando o quê que ainda tá aqui lendo isso? Vai comprar seu ingresso, pessoa.

Não vou me prender contando a história do Deadpool, não tem porquê. O filme resumiu de uma forma bem bacana. Mas enfim… o que se pode esperar de um filme com um personagem criado como sátira de outro personagem, da empresa rival, e que é conhecido como Mercenário Tagarela? Pois é, muito. E recebemos.

Quanto à trama: mais simples do que eu esperava. E por isso funcionou bem. Não pegaram nada além do que estamos acostumados a nos interessar em filmes de super herói (e esse filme é, não importa que o Pool continue repetindo que ele não é um). Temos um protagonista com um interesse amoroso, algo que os separa, umas dificuldades, o vilão e um propósito. Mas isso é Deadpool, então esse caminho foi muito mais violento e engraçado do que o normal.

Temos tudo que podemos esperar do Dead: a quebra da quarta parede, as piadas escrotas, a tagarelice, o humor negro, as cenas de ação bem pensadas e MUITAAAAAAAAAA zuera. Só não temos as vozes. Não sei se, dentro de tudo apresentado, isso fez muita falta. A escolha de não seguir uma única linha temporal foi muito acertada. O filme tem o presente e flashbacks explicando como chegamos à cena inicial e a história de Wade e Vanessa. Ficou muito mais interessante assim.

Puts, foi tudo muito bem feito para que os fãs e os ”nossa que trailer foda, vou assistir” gostassem do filme. Já começamos pelos créditos que são os MELHORES DA HISTÓRIA. Eu nunca quis assistir créditos mais de uma vez. Aqui isso acontece.

Preciso dizer: o vilão é fraco. Na verdade, só o Deadpool, a Vanessa e um pouco do buddy do Pool são bem explorados. O filme é curto demais e não tem a mínima pretensão de ser profundo. A Gina Carano tá lá só para, como sempre, fazer pose e ser fortona. Colossu e a Míssil Adolescente Megassônico tão lá só para ajudar na bagaceira e contribuem para algumas das cenas mais ilárias. As piadas com o Wolverine, que eu não esperava, forma muito boas. Preciso chamar atenção para o trabalho do Ryan Reynolds em SER o Deadpool. Especialmente no jeito de falar. Ficou tudo muito crível. Se redimiu.

Enfim… Deadpool é tudo aquilo que queríamos: é uma ação comediada e escrota até dizer chega. Não há os chatos discursos de ”quem sou eu, o que eu faço para ser herói, como terei honra” e outras coisas que perdem o sentido nos outros filmes da Marvel. É possível ver que Deadpool foi feito por e para fãs. Nada decepciona.

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