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TOP: 10 Melhores Leituras de 2015

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O ano acaba e a gente sempre tem que fazer aquele balanço, né? E tem coisa melhor que lembrar das coisas boas? Especialmente daquelas histórias que nos divertiram e acrescentaram coisas para a vida. Confira abaixo, em ordem de preferência, meus livros favoritos de 2015.

10. O Manual da Garota Geek – Sam Maggs (Editora única)

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Foi um livro delicioso! Tratando de assunto sérios com um humor e uma desenvoltura sem igual, Sam Maggs produziu um ”guia” maravilhosa para as meninas se darem bem no mundo nerd/geek. E ainda choro pela brincadeira do título ter se perdido na tradução (o original é The Fangirl’s guide to the galaxy; uma alusão ao Guia do Mochileiro das Galáxias).

Veja a resenha aqui.

9. Doutor Sono – Stephen King (Suma de Letras)

1

Eu comecei a ler esse livro achando que seria um desastre (sou desconfiada com sequências de livros muito bons e famosos), mas fui felizmente surpreendida com um enredo tão thriller quanto O Iluminado.

Veja a resenha aqui.

8. A Aposta – Rachel Van Dyken (Suma de Letras)

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Eu não sabia de nada sobre o livro, então, quando o recebi da Suma, não sabia o que esperar (fora o romance né, porque a capa já dizia tudo). Acabou que adorei a história e li em pouco tempo. Me apeguei e li a trilogia completa. Este livro é seguido por O Desafio e O Risco. Ah, tem o adicional de ter podido me apaixonar por uma das personagens mais peculiares já criadas: vovó Nadine.

Veja a resenha aqui.

7. Obsidiana – Jennifer Armentrout (Editora Valentina)

6

Recebi um exemplar adiantado de Obsidiana para sortear no evento de Retrospectiva Editora Valentina e acabou que sofri muito na hora de entregá-lo à vencedora kkkk Obsidiana roubou meu coração logo nos primeiros capítulos com uma história bem interessante que fica entre Crepúsculo e Eu sou o número 4. Um enredo ótimo, piadinhas bem colocadas, uma protagonista aceitável (eu tenho sérios problemas em curtir personagens principais, mas acabou que gostei da Katy) fizeram-me sonhar com a continuação, Onyx.

Veja a resenha aqui.

6. O Príncipe dos Canalhas – Loretta Chase (Editora Arqueiro)

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Desde que o vi no evento de divulgação dos lançamentos da Arqueiro, eu pirei querendo esse livro. A pobreza $$$$ A vida não me ajudou a comprá-lo, mas eis que no amigo-livro do Natal eu ganhei! Ele e Um perfeito cavalheiro, da Julia Quinn. Fiquei tetra felizinha e li o livro rapidinho. Amei amei amei e entendi porque recebeu o prêmio de melhor romance de época. Eu ainda sou mais o Simon de O Duque e Eu, mas a história de Sebastian e Jessica me pegou de jeito. Tem tudo que um romance ambientado na antiga Inglaterra precisa ter para ser super bem escrito e viciante.

Ainda não fiz resenha.

5. A Morte de Sarai – J.A. Redmerski (Suma de Letras)

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Vi o pessoal fazendo alarde no facebook sobre esse livro e decidi que precisava conferir antes que visse spoilers demais. E fiz muito bem. Sarai é um thriller jovem-adulto dos melhores! Nunca pensei que uma história sobre assassinos de aluguel, cartéis e tráfico humano poderia me deixar tão fascinada. Tem momentos revoltantes, que você fica muito angustiado, mas também tem aqueles momentos de alívio, torcida, alegria, empolgação… é um mix muito louco. Não demorei muito para conferir a sequência, O Retorno de Izabel. Ah, aqui, mais uma vez (impressionantemente) tive uma protagonista que me ganhou.

Série Na Companhia de Assassinos

Veja a resenha aqui.

E de O Retorno de Izabel aqui.

4. Eu, robô – Isaac Asimov (Editora Aleph)

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Não achei minha foto, então sequestrei a do ”Pipoca Musical”

Já adianto que o filme não tem absolutamente nada a ver com o livro, mas é brilhantemente baseado nele. O livro é dividido em contos que falam sobre a criação e evolução dos robôs até chegarmos numa trama que levou ao desenvolvimento da ideia do filme protagonizado por Will Smith. É inteligentíssimo – assim como tudo do Asimov – e me deixou doidona pensando sobre as coisas discutidas nos contos, especialmente em ”Razão” e ”Mentiroso!”.

A resenha será repostada em breve.

3. Eu sou a lenda – Richard Matheson (Editora Aleph)

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Como Eu, robô, a adaptação cinematográfica não tem quase nada a ver com o livro. E – como quase sempre – o livro fincou os pés como o melhor. Eu adorei quase tudo, menos o final. Não sei porquê, mas apesar do livro ter preparado esse final, eu não consegui aceitá-lo. Enfim, é uma história digníssima de estar entre as tops das distopias clássicas.

Veja a resenha aqui.

2. Origens da Fundação – Isaac Asimov (Editora Aleph)

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Aqui meu coração pula forte e meu cérebro grita que este deveria ser o primeiro lugar, mas no próximo eu explico porque este – que é um dos meus favoritos da vida – ficou em segundo. Este é o segundo livro em cronologia da série Fundação. Tem a trilogia principal (Fundação, Fundação e Império e Segunda Fundação), aí temos os ”Livro Zero”, escritos em ordem cronológica anterior à trilogia principal, que são Prelúdio e Origens à Fundação e temos as sequências da trilogia, que são Limites da Fundação e Fundação e Terra. Origens entrou nos meus tops por encerrar a história de como Hari Seldon desenvolveu a psico-história e como o império entrou em decadência. Além de encerrar a história do próprio Seldon, claro. Se tornou um personagem tão querido que a leitura dos dois ”livro zero” me deixou cheia de sentimentos. Terminei de ler já em posição fetal, despreparada para dar adeus a ele e a essa história magnífica.

Veja a resenha aqui.

1. Cyberstorm – Matthew Mather (Editora Aleph)

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Cyberstorm foi uma gigantesca aposta da Aleph em 2015, mas eu não dava nada por ele. Nadica de nada. Nem 10 centavos de moralzinha. E é por isso que ele é o meu top 1 melhores leituras: porque ele deu um belo de um tabefe na minha cara julgadora e virou minha mente do avesso. É um dos melhores suspenses que já li e um livro digno de vários prêmios. Foi uma das melhores experiências de leitura que já tive. Livro bom é aquele que desperta inúmeros sentimentos de acordo com as cenas, e o Mather, meus amigos, soube me fazer roer até a carne dos meus dedos.  A vida fica mais bonita quando você termina de ler um livro e já sente saudades dele.

Veja a resenha aqui.

Livro bônus: Academia Jedi – Jeffrey Brown (Editora Aleph)

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Como esse não é um livro no formato novela, não coloquei junto com os outros, mas precisava mencionar aqui os quadrinhos incríveis do Brown. O mesmo autor de Darth Vader e filho e A princesinha de Darth Vader, veio nos contar a ilária história do Roan Novachez, o novo aprendiz Jedi. E não contarei mais sobre isso porque é um livro curtinho, com piadas muito boas sobre o universo Star Wars e que vocês precisam conferir sozinhos. E logo.

Veja a resenha aqui.

Menções honráveis: Black Para Sempre (Ed. Valentina), Joyland (Suma de Letras), A ilha de Bowen (Ed. Biruta), A herdeira (Ed. Seguinte), The Playbook e The Bro Code (Ed. Intrínseca).

E é isso. Não tinha jeito de Aleph não dominar a lista, hahaha. Seguido da Suma, amorzinho também. São favoritassas. Não tem escapatória.

E aí, qual leitura te marcou em 2015?

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