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Jogos Vorazes – A Esperança: O final | Review

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Então… quinta-feira, estreia mundial de Mockingjay Parte 2 (aqui no Brasil estreou um dia antes), eu fui lá conferir o último filme da saga adolescente mais rentável da atualidade (já passamos da era HP e Crepúsculo, então…).

” Eu inclino meu ouvido para baixo para sua boca para pegar seu áspero murmúrio. – Não confie neles. Não volte. Mate Peeta. Faça o que você veio fazer”

Bom, aqui na minha cidade não tem as loucuras que tem nas outras, apesar de ser capital. Eu senti falta da interação com mó galera nas estreia. Eu ia ver os filmes de HP sozinha e saía com um monte de amigo. Enfim, a sessão tava cheia, mas não tem o mesmo coleguismo de antigamente.

Quanto ao filme em si: sem surpresas. Ele mantém-se fiel a praticamente tudo do enredo literário original, inclusive nas partes que eu tava rezando para sempre mudadas (quem leu sabe do que tô falando, snif snif).

O filme começa imediamente após os eventos do Parte 1 e usa a mesma sequência de fatos do livro. As cenas feitas na capital, com o esquadrão 451 foram incríveis! Na leitura eu perdi muito disso porque não consegui imaginar direitinho as coisas. A Collins foi muito corrida na narrativa do terceiro livro e por isso o filme saiu ganhando.

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As cenas me deixavam sufocada, agoniada e emotiva. O filme foi muito bem construído para nos abalar e acompanhar o turbilhão de emoções da Katniss. E cara, eu imaginei que teria mais de Peeta e não menos. Mas tudo bem. Seguiu o plano correto.

Eu quase chorei algumas vezes, naquelas partes que eu queria cortadas. Foi demais. Muito real. Muito pior que imaginar. E lá mais pro final, com a ausência de Plutarch devido ao falecimento do intérprete – Phillip Hoffman – teve aquela embargada também, no jeitinho que deram para representar uma das falas que eu achei mais memoráveis no livro.

Trilha sonora e efeitos de som impecáveis novamente, jogando-nos completamente no universo do filme. A fotografia mais sombria e deprimente que todos os outros filmes completou o cenário.

O final foi igual ao do livro, lindo e comovente e tenho certeza que deixou os não-leitores bem confusos e com aquela sensação meio anti-climax. Diferentemente de Harry Potter, Jogos Vorazes teve mais ação em sua Parte 1 do que na 2.

A Esperança Parte 2 fecha com chave de platina uma saga que maravilhamente adaptada, que tinha todo o potencial para ser um tapa na cara da sociedade e um alerta aos jovens – mas mais uma vez se tornou apenas mais um blockbuster bem feito. A saga tornou-se um exemplo de sua crítica. Os adolescente/jovens adultos – público alvo – não entenderam a proposta ou simplesmente não se importaram e perderam o interesse uma vez que a história mostrou ao que verdadeiramente se referia: a natureza destrutiva do ser humano.

”Nós somos volúveis, seres estúpidos com memória fraca e um grande talento para a autodestruição.”

– Plutarch Heavensbee

E essa devia ser a mensagem que o livro/filme deixa para todos, para aprendermos com ela e, quem sabe, mudá-la.

No mais: o filme teve a melhor atriz protagonista de todos os tempos e não pela sua atuação (que sinto ter deixado a desejar algumas vezes), mas porquê J-Law era a divulgação de todo o filme sozinha, sem nem precisar falar da saga. Haha. Puro amor essa menina ❤

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