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ensaio: LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS

lucy austra

LUCY

Diretor LUC BESSON

Ano 2014

Elenco Morgan Freeman, Sacarlet Johansson, Choi Min-sik

Mais um filme meia boca nos chega das ‘américas glamourosas’ de bobagens plastificadas que fazem a cabeça de pessoas que AINDA não conhecem a história do cinema, e pelo jeito aprenderão do modo errado.

A jovem que se chama Lucy carrega uma bolsa contendo droga que foi enfiada em sua barriga por terríveis mafiosos, e, sofre as consequências por essa atitude à qual foi forçada.  Trata-se de uma nova droga lançada no mercado. Um ator inglês explicará como funciona.

Porém, o filme é fraquinho,  onde os dois artistas ocidentais de renome –  Freeman e Johansson –  nem precisam fazer qualquer coisa que parecesse com interpretação. Não interpretam nada. Fazem coisa alguma e ainda têm de dizer uns textos bobos que dão até dó. Nada fazem ou fazem o corriqueiro. Mesmo por que não é filme para interpretações a não ser as de motivações biológicas. O Moran Freeman falando da biologia nesse filme me lembra da sua voz em Guerra dois Mundos quase que tratando do mesmo assunto. E, ainda me lembra dele em programas infantis em começo de carreira quando ele era o tiozão negro, contador de histórias, que as crianças adoravam.

Fica bem claro que os autores da coisa chamada filme são aficionados das ultimas reflexões sobre a neuro ciência e redes neurais e daí o filme demonstrar pieguice materna quando chega ao fim.  Lucy – que também é significado para LUZ, se transformo em deus(a) e estará em todo o lugar do universo, com direito ao toque de Michelangelo na australopiteco que bebia água. Não entendeu? Assista o filme. Ou melhor, não assista. Perderá seu tempo. Mais expressão que a Lucy contemporânea tinha a Lucy Australopiteco em sublime participação no filme, pois já foi constatado que a Lucy pré-histórica era uma descoberta de uma mocinha já com 3 milhões de anos. Uau!

O filme é um emaranhado de tolices.

Apostam, no roteiro, no mito de que usamos 10% das nossas faculdades mentais e a tal da Lucy vai além e parece que perde os limites da sapiência e da moral e da civilização, em contrapartida. Quem inventou isso? Como se sabe que há mais faculdades para se usar se somente usamos 10%? No filme ela (re)sente sensações do passado até quando ainda não tinha placa neural para sentir…  em certo momento ela diz que não sente dor… pombas! Ela sente ou não sente?, mas, convenhamos, é apenas um filme e não um tratado de biologia coerente. É isca para tolinhos. Tolo é o cara que discute esse assunto na rua como se fosse um tratado de biologia.

As crianças que assistiram o filme – minha neta, por exemplo, viu uns trechos – preferem outras heroínas sem aquela apagada face de boneca da Johansson que sem qualquer expressão olha para tudo aquilo que a digitalização permite sem se tocar com os poderes de LSD que a tal droga permite sentir.

De mulher louca para mulher louca prefiro a Jovovic do mesmo Luc Besson em Joana d’Arc.

Tem muito sangue, pancadaria, cinismo… os coreanos são os caras do mal e uma coligação Espanha, Alemanha, Itália prende os crápulas. Mesmo sabendo artes marciais esses caras nunca ganham. E, os coreanos somente desejavam participar dos negócios que enriquecem a américa ou seja o negócio de drogas.

Prefiro a atitude dos orientais. Os atores estavam bem e sem os exageros da classe foram críveis em suas personagens apesar de mafiosos; eles têm mais potencial de atores originais do que serem mafiosos do mal. O caubói babaca – meio que redundante caubói e babaca – morre logo no começo, merecidamente, assassinado por uns caras de roupão claro que somem na rua – iranianos? É filme americano e cabe de tudo.

A dica, para esse, filme é não vê-lo.

Eu vi a ‘obra’ por que tinha de falar isso para vocês leitores.

O ensaísta sofre por vocês, leitores incautos.

TC PNG

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5 pensamentos sobre “ensaio: LUCY IN THE SKY WITH DIAMONDS

  1. Acho que eu vou ser a única dos comentários a discordar mas opiniões são opiniões não é? Eu adorei esse filme 🙂 cada pedacinho.

  2. FINALMENTE ALGUÉM QUE CONCORDA COMIGO!!!! Achei que esse filme foi um belíssimo desperdício do talento de Morgan Freeman e Scarlett Johansson! Pela divulgação, comentários e tudo mais, eu esperava um filme espetacular, com um final surpreendente. Entretanto, o que mais surpreendeu foi ver como tanto talento pode ser desperdiçado em mais ou menos duas horas.

  3. Pelo jeito que você descreveu sei que não vou gostar de jeito nenhum desse filme. A Nem a atuação ser boa?!! Com certeza é uma porcaria!

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